Assessoria em captação de equity
Seis etapas, da tese ao cheque.
Tese, materiais, investidores e negociação conduzidos do primeiro contato à assinatura. Cada etapa termina em um entregável concreto, e nenhuma começa antes da anterior estar de pé.
Para quem
Cada empresa é medida por uma régua diferente.
Apresentar para o investidor errado queima o contato para o momento em que ele faria sentido. O primeiro passo é saber quem é o seu investidor e o que ele precisa ver.
Pré-seed, seed e série A
Startups
“Isso se repete sem você empurrando?”
- Prova exigida
- Time, tração, retenção e unit economics que mostram que o modelo escala.
- Quem investe
- Anjos, aceleradoras e fundos de venture capital.
- Onde mais pesa
- Storytelling e pitch, unit economics no modelo e prospecção ativa em fundos de venture capital.
Expansão, novos mercados, aquisições
Empresas em crescimento
“Onde eu ponho R$ 1 e saem R$ 3?”
- Prova exigida
- Receita consistente, margens saudáveis e um plano claro de uso dos recursos.
- Quem investe
- Growth equity, family offices e private equity minoritário.
- Onde mais pesa
- Modelo financeiro com uso dos recursos claro, tese de expansão e negociação de governança com o novo sócio.
Middle market, sucessão, entrada de sócio
Empresas consolidadas
“Esse resultado continua sem o fundador?”
- Prova exigida
- Resultado auditável, governança e um negócio que funciona além do dono.
- Quem investe
- Private equity e investidores estratégicos.
- Onde mais pesa
- Organização para a diligência, governança e estruturação do acordo de acionistas com private equity ou estratégico.
O processo
Charme abre a porta; processo fecha o cheque.
Abra cada etapa para ver o que acontece e o que você leva ao final dela.
01Diagnóstico e tabuleiro
Qual é o gargalo real: capital, canal, produto ou time? Definimos se equity é o melhor caminho, se é hora de captar, de quem (anjo, venture capital, private equity, family office, estratégico) e por qual régua você será medido.
02Planejamento estratégico e números
Mercado sem inventar número, posicionamento competitivo, modelo de negócio e indicadores com a fonte de cada dado. O investidor não quer “somos únicos”; quer prova.
03Storytelling e pitch
Números informam, histórias convencem. Construímos a narrativa com o cliente no centro e a tese em quatro frases, com três materiais, cada um com um objetivo diferente.
04Prospecção ativa
Da lista fria ao term sheet: investidores mapeados e qualificados antes do primeiro contato, apresentações calorosas, cadência de follow-up e um funil medido etapa por etapa.
05Due diligence e data room
A diligência não descobre problemas: descobre surpresas. Preparamos tudo para que ela confirme exatamente o que você já tinha dito, com passivos apresentados e explicados antes de serem encontrados.
06Term sheet e acordo de acionistas
Duas colunas, uma negociação: economia (valuation, preferência de liquidação, pool, antidiluição) e controle (board, matérias reservadas, tag, drag, vesting). Negociar sem queimar a relação.
O funil
Captação é um funil de vendas com comitê do outro lado.
Uma rodada ilustrativa: de 250 investidores mapeados a 2 term sheets. Quem não conhece esses números descobre os “nãos” no escuro.
Lista bruta · 250
Fundos, anjos, family offices e estratégicos com tese e ticket compatíveis, mapeados antes do primeiro e-mail.
Qualificados · 120
Filtrados por tese, estágio, setor, ticket e portfólio. Quem investe no seu concorrente direto sai da lista.
Responderam · 60
Apresentação calorosa sempre que possível e cadência de follow-up. A taxa de resposta mostra se a mensagem funciona.
Primeiras reuniões · 35
Onde a narrativa é testada. Cada “não” vira dado: três objeções iguais viram diagnóstico.
Diligência · 8
Os números são testados. Com o data room pronto antes, a diligência confirma o que você já disse.
Term sheets · 2
Dois term sheets dão poder de negociação. Com um só, você aceita as condições do outro lado.
Números ilustrativos para uma meta de dois term sheets. Na página inicial, você pode ajustar a meta.
Entregáveis
O que você leva ao final do processo.
Materiais que continuam seus depois da rodada e que reduzem o desconto de risco que o investidor aplicaria sobre você.
Tese e números
- Diagnóstico de captação
- Fonte de capital adequada, perfil de investidor, valor da captação e uso dos recursos.
- Modelo financeiro e indicadores
- Projeções com premissas explícitas, margens e geração de caixa; para startups, CAC, LTV, payback e coortes.
Narrativa
- Teaser, deck e apêndice
- Teaser para conseguir a reunião, deck para a segunda reunião e apêndice para a diligência.
- Pitch em quatro frases
- A dor, a solução, a prova e o pedido, com as respostas para as objeções que vão aparecer.
Prospecção e relacionamento
- Mapa de investidores A/B/C
- Lista qualificada por tese, perfil e ticket, com caminho de apresentação para cada um.
- CRM e métricas de funil
- Taxa de resposta, conversão por etapa, tempo médio e motivos de “não”, atualizados semanalmente.
- Update mensal para investidores
- Destaques, métricas, caixa, desafios e pedidos: o melhor canal de captação.
Diligência e negociação
- Data room em seis pastas
- Societário, financeiro, jurídico e fiscal, pessoas, produto e tecnologia, comercial, com log de perguntas e respostas.
- Cap table e term sheet
- Simulação de pré e pós-money, diluição em captações futuras e leitura cláusula a cláusula do term sheet.
Próximo passo